Operação da Polícia Civil mira narcotraficantes investigados pela morte do policial militar Marcelo José Batista, ocorrida em abril de 2025, na Avenida Brasil, na altura de Bangu.
📍 Morte de policial voltou ao centro das investigações no Rio nesta quarta-feira (18). Policiais civis da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) deflagraram uma operação contra narcotraficantes apontados como envolvidos na morte do policial militar Marcelo José Batista. Segundo a Polícia Civil, os mandados de prisão são cumpridos na Vila Kennedy, na Zona Oeste.
🗓️ De acordo com a corporação, o crime aconteceu em abril de 2025, na Avenida Brasil, na altura de Bangu. A investigação aponta que o PM foi executado em meio à disputa entre o Comando Vermelho e a milícia que atua no Catiri. Ainda segundo os agentes, o policial vinha sendo monitorado por traficantes com uso de drone e, depois que os criminosos obtiveram a localização exata da vítima, o ataque foi executado.
Morte de policial e investigação
🔎 Durante o trabalho de inteligência, os investigadores afirmam ter identificado o homem apontado como responsável pelos disparos, além do condutor do veículo que estava com o executor no momento do crime. A Polícia Civil também diz ter qualificado um terceiro envolvido, descrito como o responsável pelo monitoramento aéreo da vítima e pela coordenação estratégica da ação.
🚔 A apuração oficial informa ainda que um homem, morto em fevereiro de 2026, teria recolhido o armamento que estava com o policial militar e destinado esse material à facção que atua na Vila Kennedy. A corporação sustenta que todos os alvos procurados integram o tráfico de drogas da região e seriam subordinados a um criminoso apontado como responsável por operacionalizar ataques do tráfico em áreas da Zona Oeste. Esse suspeito, segundo a Polícia Civil, também é alvo da ofensiva e já possui diversos mandados de prisão.
📊 A operação foi deflagrada após cruzamento de dados, análise de informações e levantamentos de campo, de acordo com a versão oficial. Até a publicação da nota, a Polícia Civil não havia informado quantos mandados foram expedidos, quantas prisões já tinham sido efetivadas nem se houve apreensão de armas ou drogas na ação. Assim, os detalhes sobre o resultado operacional ainda dependem de atualização oficial da corporação.
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