A Espanha confirmou o favoritismo e avançou com autoridade na Copa do Mundo de 2026. Nesta quinta-feira, a seleção espanhola venceu a Áustria por 3 a 0, pelos 16 avos de final, e garantiu vaga nas oitavas.
A classificação veio com uma atuação dominante. A equipe de Luis de la Fuente controlou o jogo, criou as melhores chances e praticamente não deu espaço para uma reação austríaca.
O grande nome ofensivo da partida foi Mikel Oyarzabal. O atacante marcou duas vezes e comandou uma Espanha mais eficiente, mais vertical e mais próxima daquilo que se esperava de uma das candidatas ao título.
Pedro Porro também deixou sua marca. O lateral apareceu bem no segundo tempo e fez o gol que ampliou a vantagem espanhola, deixando a classificação ainda mais encaminhada.
A vitória teve peso especial porque derrubou uma marca histórica. Unai Simón chegou a 522 minutos sem sofrer gols em Copas do Mundo, superando um recorde que resistia havia mais de três décadas.
O goleiro espanhol pouco precisou trabalhar contra a Áustria, mas sua sequência sem ser vazado reforça a força defensiva da equipe. A Espanha segue no torneio sem sofrer gols, um dado que aumenta a confiança para o restante do mata-mata.
A partida começou com a Espanha tentando impor seu estilo desde os primeiros minutos. Com posse de bola, pressão alta e circulação rápida, a equipe empurrou a Áustria para o campo de defesa.
A Áustria tentou resistir com organização. A seleção buscou fechar os espaços por dentro e apostar em transições, mas encontrou muita dificuldade para sair jogando diante da pressão espanhola.
A Espanha chegou a balançar as redes cedo, mas o gol de Marc Cucurella foi anulado. Mesmo assim, o lance já indicava que a equipe espanhola estava mais próxima de abrir o placar.
Lamine Yamal foi uma das principais armas ofensivas. Com velocidade, dribles e movimentação constante, o jovem atacante incomodou a marcação austríaca e ajudou a abrir espaços no último terço.
A insistência espanhola deu resultado ainda no primeiro tempo. Cucurella apareceu pelo lado esquerdo e fez boa jogada para encontrar Oyarzabal, que finalizou com precisão para fazer 1 a 0.
O gol deu tranquilidade à Espanha. A equipe passou a controlar ainda mais o ritmo da partida, trocando passes com paciência e evitando que a Áustria encontrasse momentos de pressão.
A seleção austríaca tentou responder, mas teve pouca força ofensiva. Sem conseguir acionar seus principais jogadores em boas condições, a equipe passou boa parte do jogo tentando se proteger.
No segundo tempo, a Espanha manteve a mesma postura. Em vez de apenas administrar a vantagem, continuou atacando e buscando o gol que praticamente encerraria a disputa.
Esse gol veio com Pedro Porro. O lateral aproveitou boa jogada coletiva e apareceu na área para ampliar o placar, confirmando a superioridade espanhola no confronto.
A partir do 2 a 0, a Áustria precisou se expor mais. O problema é que, ao adiantar suas linhas, abriu espaços para uma Espanha ainda mais confortável para atacar.
Oyarzabal aproveitou o cenário. Já perto do fim, o atacante marcou novamente e fechou a vitória por 3 a 0, coroando uma atuação segura e eficiente.
O placar refletiu bem o que aconteceu em campo. A Espanha foi superior tecnicamente, mais intensa sem a bola e muito mais perigosa quando chegou ao ataque.
A atuação também serviu para responder a dúvidas criadas na fase de grupos. Depois de jogos em que não encantou tanto, a seleção espanhola mostrou força justamente no primeiro duelo eliminatório.
Luis de la Fuente saiu fortalecido. A equipe apresentou equilíbrio entre defesa e ataque, teve boa participação dos jovens e contou com jogadores experientes em bom nível.
A Áustria, por sua vez, se despede da Copa com a sensação de ter encontrado um adversário superior. A equipe tentou competir, mas não conseguiu transformar organização em ameaça real.
Para a Espanha, a classificação tem valor duplo. Além de garantir presença nas oitavas, a vitória reforça a imagem de uma seleção sólida, que chega à próxima fase sem sofrer gols.
O próximo desafio será contra Portugal ou Croácia. O duelo promete ser mais exigente e colocará à prova a capacidade espanhola de manter o controle diante de um adversário tecnicamente mais forte.
A Espanha, porém, chega embalada. Com Oyarzabal decisivo, Yamal participativo e Unai Simón recordista, a seleção avança com argumentos para ser tratada como uma das forças do torneio.
No fim, a Espanha fez o que precisava fazer: dominou a Áustria, venceu por 3 a 0, manteve a defesa intacta e avançou às oitavas com uma atuação de candidata ao título.
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