A França confirmou seu favoritismo e avançou com autoridade na Copa do Mundo de 2026. Nesta terça-feira, a seleção francesa venceu a Suécia por 3 a 0, em East Rutherford, pelos 16 avos de final, e garantiu vaga nas oitavas.
O grande nome da partida foi Kylian Mbappé. O capitão francês marcou duas vezes, comandou as principais ações ofensivas e mostrou mais uma vez por que é um dos jogadores mais decisivos da história recente dos Mundiais.
Bradley Barcola também balançou as redes e completou a vitória francesa. Com o resultado, a França manteve os 100% de aproveitamento na competição e chegou ao mata-mata mostrando força de candidata ao título.
A Suécia até tentou competir nos primeiros minutos, mas rapidamente percebeu a dificuldade da missão. Diante de uma França veloz, técnica e muito agressiva, a seleção sueca teve problemas para sair jogando e sofreu para controlar os espaços.
A equipe de Didier Deschamps começou pressionando. Com Michael Olise participativo, Ousmane Dembélé aberto pelos lados e Mbappé sempre perigoso, os franceses empurraram a Suécia para o campo de defesa.
Antes mesmo do primeiro gol, a França já havia criado chances claras. A equipe acertou a trave e obrigou a defesa sueca a trabalhar bastante, indicando que o placar poderia ser aberto a qualquer momento.
O gol saiu ainda no primeiro tempo. Mbappé recebeu em boa condição e finalizou com precisão para colocar a França em vantagem pouco antes do intervalo.
O lance teve a marca do camisa 10. Em uma jogada rápida, com poucos toques e muita objetividade, Mbappé encontrou o espaço necessário para transformar o domínio francês em vantagem no placar.
A Suécia foi para o intervalo em situação delicada. Além de estar atrás no marcador, a equipe dava sinais de desgaste diante da intensidade imposta pela França.
Na volta para o segundo tempo, os franceses mantiveram o controle. A seleção não recuou, continuou atacando e deixou claro que não pretendia apenas administrar a vantagem.
O segundo gol veio com Bradley Barcola. O atacante apareceu bem na área e ampliou o placar, deixando a França ainda mais confortável no confronto.
A partir daí, a Suécia passou a correr riscos maiores. A equipe precisava reagir, mas ao adiantar suas linhas abriu espaços para uma França ainda mais perigosa em transições rápidas.
Mbappé aproveitou esse cenário. Sempre acionado em velocidade, o craque francês voltou a assustar a defesa sueca e manteve a sensação de que poderia decidir novamente a qualquer momento.
O terceiro gol veio aos 29 minutos da etapa final. Mbappé marcou de novo e fechou a conta, transformando a vitória em goleada e consolidando sua atuação de gala.
Com os dois gols, Mbappé chegou a 18 em Copas do Mundo. O número o deixa muito perto da marca de Lionel Messi e reforça sua caminhada entre os maiores artilheiros da história do torneio.
A atuação também colocou o francês no topo da artilharia desta edição, ao lado de Messi. Mais do que os números, o desempenho mostrou um jogador maduro, líder e cada vez mais decisivo em jogos eliminatórios.
Michael Olise também teve papel importante. Com movimentação, qualidade no passe e participação constante, ajudou a dar ritmo ao ataque francês e dificultou a marcação sueca.
A França ainda teve um componente emocional na partida. Didier Deschamps voltou ao banco depois de acompanhar o funeral de sua mãe, e a comemoração de Mbappé com o treinador deu um tom especial à vitória.
Para a Suécia, a eliminação encerra uma campanha que teve bons momentos, mas que terminou diante de um adversário superior. A equipe não conseguiu conter a velocidade francesa nem transformar suas poucas chegadas em ameaça real.
A França, por sua vez, segue embalada. São quatro vitórias em quatro jogos, ataque eficiente, defesa segura e um Mbappé em nível altíssimo.
O próximo desafio será contra o Paraguai, que eliminou a Alemanha nos pênaltis em uma das grandes surpresas da Copa. A França chega como favorita, mas enfrentará uma equipe sul-americana confiante e acostumada a sofrer sem se entregar.
O duelo promete estilos diferentes. De um lado, a força técnica e ofensiva francesa; do outro, a organização e a resistência paraguaia que derrubaram uma tetracampeã mundial.
No fim, a França fez o que se esperava dela: dominou, venceu com autoridade e mostrou que tem repertório para ir longe. Com Mbappé brilhando, a seleção passou pela Suécia sem sustos e manteve viva a busca por mais uma final de Copa.
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