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Monique Medeiros é demitida pela Prefeitura do Rio

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A Prefeitura do Rio demitiu Monique Medeiros, ré pela morte de Henry Borel. Com a decisão, ela perde o cargo de professora da rede municipal e deixa de ser servidora pública.

📍 Monique Medeiros foi demitida pela Prefeitura do Rio nesta quarta-feira (25), segundo reportagem publicada pelo g1 às 7h45 e atualizada no mesmo dia. A decisão foi assinada pelo prefeito Eduardo Cavaliere (PSD). Com isso, a pedagoga perde o cargo de professora na rede municipal e deixa de integrar o quadro de servidores da capital fluminense.

⚖️ De acordo com a matéria, Monique é ré pela morte do filho, Henry Borel, de 4 anos. O menino morreu há cinco anos com sinais de agressão em um apartamento na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio. O texto informa que, desde o crime, ela continuava recebendo salários como servidora pública municipal.

🏫 A demissão ocorreu após um processo administrativo disciplinar (PAD), que votou pela saída da professora. Segundo o g1, o procedimento foi conduzido no âmbito da Secretaria Municipal de Educação e avaliou a conduta funcional da docente. A reportagem também explica que, no serviço público, a demissão é uma sanção disciplinar punitiva aplicada após o PAD comprovar falta grave, resultando na perda do cargo e da matrícula.

Monique Medeiros

🗓️ A perda do cargo foi formalizada dois dias depois de Monique deixar o Complexo de Gericinó, onde estava presa. Ainda segundo o g1, ela foi beneficiada por uma decisão judicial que relaxou a prisão preventiva para evitar o que a juíza considerou “constrangimento ilegal”, já que o júri popular foi adiado para 25 de maio.

📄 O texto acrescenta que, logo após a soltura, o Ministério Público do Rio (MPRJ) apresentou recurso para tentar reverter a decisão e pedir o retorno imediato de Monique ao sistema prisional. Esse pedido, conforme a reportagem, ainda está sob análise do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ).

🗣️ O g1 informa também que o julgamento foi adiado após uma manobra da defesa do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho. Segundo a matéria, os advogados deixaram o plenário depois de a juíza Elizabeth Louro negar um pedido de adiamento. Sem defensores, a sessão não pôde prosseguir e precisou ser remarcada.

🔎 Procurado, o secretário municipal de Educação, Renan Ferreirinha, não explicou por que a demissão só foi assinada agora. A Secretaria Municipal de Educação também não respondeu aos questionamentos do g1. Até a última atualização, a reportagem ainda tentava contato com a defesa da agora ex-servidora. O texto não informa outros detalhes do despacho de demissão nem traz manifestação direta de Monique.

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