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Serviço de Assistência Social “Família Acolhedora” abre novas inscrições em Itaguaí

Serviço da Secretaria de Assistência Social de Itaguaí promove proteção e acolhimento de crianças e adolescentes em situação de risco pessoal ou social

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O Família Acolhedora, serviço da Secretaria de Assistência Social de Itaguaí, abre inscrições para novas famílias que desejam acolher temporariamente crianças e adolescentes do município. O objetivo é garantir que crianças e adolescentes que precisaram de afastamento dos seus núcleos de origem por situações de risco pessoal ou social tenham o direito a crescer e a se desenvolver em uma família acolhedora para preservar seu direito à convivência familiar e comunitária.

Thaís Gomes, coordenadora do serviço, destaca a importância das novas adesões: “A entrada de novas famílias fortalece nossa rede de proteção e garante que cada criança ou adolescente do município de Itaguaí que precise da medida protetiva encontre um ambiente seguro e acolhedor”.

As famílias acolhedoras passam por um processo de seleção e habilitação antes de receberem a criança ou adolescente, a fim de garantir que estejam preparadas para oferecer um ambiente seguro, afetuoso e protetivo.

Além do suporte técnico, com psicólogo e assistente social, o governo oferece uma ajuda de custo para auxiliar nas despesas.

Processo de habilitação

As famílias interessadas devem atender a critérios específicos. Os responsáveis precisam ter entre 25 e 65 anos, e todos os membros da casa devem concordar com a decisão. Além disso, o grupo familiar não pode estar cadastrado para adoção, pois o amparo é temporário e não definitivo. Outro requisito fundamental é residir no município de Itaguaí.

A habilitação começa com uma avaliação na qual a equipe técnica explica os objetivos do serviço e esclarece critérios.

Na fase de seleção, a equipe realiza entrevistas individuais ou coletivas e visita a residência da família. O objetivo é conhecer a rotina familiar, avaliar as condições do lar e compreender a dinâmica do território onde a família vive. Após essa etapa, a família deve apresentar documentos exigidos, que incluem atestados de saúde mental e física dos responsáveis.

Com a documentação aprovada, a família participa de uma formação que consiste em cinco encontros, nos quais se aborda o funcionamento do serviço, as regulamentações vigentes e as orientações técnicas.

Durante o período de acolhimento, a criança ou adolescente permanece sob a guarda da família temporária até que as autoridades definam o encaminhamento definitivo, seja para o retorno à família de origem ou para a adoção.

Para os interessados em mais informações, entrar em contato pelo telefone (21) 3782-9004 – Ramal 2523, pelo WhatsApp (21) 96820-0347 ou visitar a Secretaria de Assistência Social. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

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