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Senegal atropela Iraque, mantém sonho vivo e seca rivais por vaga no mata-mata

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Senegal fez sua parte na última rodada do Grupo I da Copa do Mundo de 2026. Nesta sexta-feira, a seleção africana atropelou o Iraque por 5 a 0, em Toronto, garantiu a terceira colocação da chave e manteve viva a esperança de avançar ao mata-mata como uma das melhores terceiras colocadas.

A vitória foi construída com autoridade, principalmente no segundo tempo. Depois de abrir o placar cedo e jogar boa parte da partida com um atleta a mais, Senegal transformou a superioridade em goleada e terminou a fase de grupos com saldo positivo.

O resultado eliminou o Iraque, que se despediu da Copa sem pontuar. A equipe asiática precisava vencer para seguir com chances, mas viu a partida escapar ainda no início, quando Rebin Sulaka foi expulso por falta em Sadio Mané.

Antes disso, Senegal já havia começado melhor. Logo aos quatro minutos, Habib Diarra apareceu bem na área e abriu o placar, dando aos Leões de Teranga a vantagem que precisavam para controlar o jogo.

O gol cedo mudou completamente o cenário da partida. O Iraque, que já tinha a obrigação de vencer, passou a correr atrás do placar, enquanto Senegal ganhou tranquilidade para administrar a posse e escolher melhor seus ataques.

A expulsão de Sulaka tornou a missão iraquiana ainda mais difícil. Com um jogador a menos durante quase todo o confronto, a seleção asiática perdeu força de marcação, teve dificuldade para sair de trás e passou a depender de lances isolados.

Mesmo com vantagem numérica, Senegal não transformou o domínio em goleada imediatamente. A equipe africana controlou o primeiro tempo, mas ainda pecou em algumas escolhas no último passe e desperdiçou chances para ampliar antes do intervalo.

Na etapa final, porém, o jogo mudou de ritmo. Senegal voltou mais agressivo, acelerou pelos lados e passou a encontrar espaços com facilidade na defesa iraquiana.

O segundo gol saiu com Ismaïla Sarr. O atacante marcou em momento importante da partida e aumentou a vantagem senegalesa, colocando a equipe ainda mais perto do objetivo de construir uma diferença robusta no placar.

O gol também teve peso individual. Sarr chegou ao seu quarto gol em Copas do Mundo e se tornou o maior artilheiro da história de Senegal no torneio, superando uma marca simbólica do futebol do país.

Pouco depois, Pape Gueye começou a transformar a vitória em atropelo. O meio-campista entrou no jogo e rapidamente deixou sua marca, acertando uma finalização forte para fazer o terceiro gol senegalês.

A chamada “patada” de Gueye resumiu o momento de Senegal na partida. Com confiança, espaço e superioridade física, os Leões de Teranga passaram a dominar completamente o confronto.

O quarto gol veio novamente com Pape Gueye. O jogador aproveitou mais uma chegada ofensiva, apareceu com liberdade e marcou pela segunda vez, consolidando sua atuação decisiva na goleada.

Com 4 a 0 no placar, Senegal já tinha não apenas a vitória, mas também um saldo que poderia fazer diferença na disputa entre os melhores terceiros colocados da Copa.

Mesmo assim, a seleção africana não diminuiu tanto o ritmo. O time seguiu buscando o ataque, consciente de que cada gol poderia aumentar suas chances de classificação.

O quinto gol saiu com Iliman Ndiaye. O atacante completou a goleada e fechou uma atuação dominante, dando a Senegal uma vitória expressiva em um momento de enorme pressão.

O Iraque, por sua vez, pouco conseguiu reagir. A equipe sentiu o impacto da expulsão, sofreu com a intensidade adversária e terminou sua participação no Mundial com três derrotas.

A campanha iraquiana teve peso histórico por marcar o retorno do país à Copa do Mundo após décadas de ausência. Ainda assim, dentro de campo, o time não conseguiu competir no nível necessário para seguir adiante.

Para Senegal, a goleada teve sabor de missão cumprida, mas ainda sem comemoração completa. A equipe terminou em terceiro no Grupo I, atrás de França e Noruega, e passou a depender dos resultados dos demais grupos para saber se avançaria.

O desempenho, porém, recolocou a seleção em uma posição muito mais favorável. Depois de derrotas nas duas primeiras rodadas, Senegal precisava vencer bem, e foi exatamente isso que fez.

A atuação também reforçou a força do futebol africano na competição. Senegal mostrou capacidade de reação, poder ofensivo e maturidade para aproveitar uma oportunidade decisiva.

Agora, os Leões de Teranga precisam secar rivais diretos na briga entre terceiros colocados. A goleada sobre o Iraque não garantiu automaticamente a vaga, mas deixou a seleção em situação competitiva.

No fim, Senegal fez tudo o que estava ao seu alcance. Venceu, convenceu, melhorou o saldo e se manteve vivo na Copa do Mundo. A partir daí, restou esperar por combinações para transformar a goleada em classificação.

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