Agentes da 16ª DP prenderam em flagrante uma mulher suspeita de aplicar o golpe do falso comprovante de pix em um estabelecimento comercial na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio.
📍 Golpe do falso pix terminou com uma prisão em flagrante na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Segundo a Polícia Civil, agentes da 16ª DP (Barra da Tijuca) capturaram, neste sábado (21), uma mulher suspeita de usar comprovantes falsos de transferências via pix para obter serviços sem pagamento real. A ocorrência foi divulgada oficialmente neste domingo (22) pela corporação.
🕵️ De acordo com a investigação, a delegacia apurava uma denúncia de que uma mulher estava fazendo agendamentos em um estabelecimento comercial e, em seguida, enviando comprovantes de pagamento supostamente falsos. A suspeita, ainda segundo a Polícia Civil, foi localizada no momento em que se preparava para aplicar um novo golpe na Barra da Tijuca. A corporação não informou o nome do local nem a natureza exata dos serviços contratados.
💳 A apuração oficial aponta que a mulher encaminhou diversos comprovantes de pix ao estabelecimento, em um total de R$ 46.448,00. Segundo a nota, parte desse valor estava ligada a procedimentos já executados e outra parte a procedimentos que ainda seriam realizados. A Polícia Civil afirma que os documentos enviados eram falsos e usados para simular pagamentos que, na prática, não teriam sido concluídos.
Golpe do falso pix
📄 A corporação também informou que a mulher aparece como autora em quatro outros registros de ocorrência com o mesmo modo de agir. De acordo com os agentes, esses casos envolvem o envio ou a apresentação de comprovantes falsos de pix para obter serviços e mercadorias sem desembolso efetivo. Esse histórico, segundo a investigação, reforçou a suspeita de reiteração criminosa e ajudou a embasar a ação policial.
🚔 Na operação deste sábado, os policiais localizaram a suspeita na Barra da Tijuca e a conduziram para a delegacia. No local, ela foi autuada em flagrante por estelionato, conforme informou a Polícia Civil. A nota oficial não menciona apreensão de celular, computador, cartões, documentos ou outros materiais ligados ao suposto esquema. Também não informa se havia outras pessoas participando diretamente da ação investigada.
🔎 As investigações continuam para identificar outras possíveis vítimas e aprofundar a apuração sobre a repetição do golpe. Até a divulgação do comunicado oficial, a Polícia Civil não havia informado a identidade da presa, sua idade, o nome do estabelecimento atingido, quantas vítimas já foram formalmente identificadas nem o período total em que os golpes teriam sido praticados. Assim, o que está confirmado até o momento é a prisão em flagrante na Barra da Tijuca, o valor de R$ 46.448,00 em comprovantes apontados como falsos e a existência de quatro registros anteriores com o mesmo modus operandi.
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