Explosivo na Ilha do Governador deixou oito feridos na sexta-feira (20), na Zona Norte do Rio. Segundo o g1, duas vítimas estão em estado grave, e a polícia investiga a origem do artefato.
📍 Explosivo na Ilha do Governador deixou oito pessoas feridas na tarde de sexta-feira (20), na Zona Norte do Rio de Janeiro. Segundo as duas reportagens publicadas pelo g1, a explosão ocorreu na região do Bananal, perto da Base de Fuzileiros Navais, após um motorista de ônibus manusear uma mochila deixada no ponto final. O caso mobilizou bombeiros, Polícia Militar e o Esquadrão Antibombas da Core.
🏥 De acordo com o Corpo de Bombeiros, oito pessoas ficaram feridas, sendo duas em estado grave. As vítimas foram levadas para o Hospital Municipal Evandro Freire, na Ilha do Governador, e para o Hospital Getúlio Vargas, na Penha. A primeira matéria informa que, até a última atualização, não havia mais detalhes sobre o estado de saúde dos feridos, apesar da informação inicial de gravidade repassada pelos bombeiros.
🚌 A Polícia Militar afirmou que a explosão aconteceu depois que o motorista de um ônibus da Viação Paranapuan abriu a mochila deixada por um passageiro. Ao mexer em um dos objetos, houve a detonação. O quartel de Parada de Lucas informou ter sido acionado às 13h para a ocorrência. As linhas 323, 910, 634 e 328 têm ponto final no local citado pela reportagem.
Explosivo na Ilha
💣 Há um ponto importante na atualização do caso. Na matéria publicada no dia 20, o objeto é tratado como granada. Já no texto publicado no dia 21, o g1 informa que o explosivo é conhecido como “calíca”, descrito como um artefato de fabricação caseira capaz de provocar ferimentos graves mesmo em pequenas quantidades. O Esquadrão Antibombas da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) foi acionado e esteve no local.
🗺️ As duas reportagens convergem sobre a área da ocorrência, na Ilha do Governador, perto da Base de Fuzileiros Navais. No entanto, há diferença na referência mais específica ao endereço: uma matéria cita a Estrada do Quilombo, enquanto a outra menciona a Travessa Costa Carvalho. Em comum, os textos apontam que a mochila foi deixada em um ponto final de ônibus na mesma região.
🔎 O caso foi registrado na 37ª DP (Ilha do Governador), que investiga a origem do artefato e como ele foi parar no local. Segundo a reportagem de sábado (21), ainda não se sabe de onde veio o explosivo, se havia outros artefatos na área e qual era a motivação para a presença da bomba no ponto final. Também não está claro, até o momento, se o material tinha um alvo específico ou se foi abandonado sem direção definida. A apuração segue em andamento.
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