Um PM encontrado sem vida em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, é alvo de investigação da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense. O corpo do agente foi localizado na Estrada Rio de Areia, no bairro Vila Santa Alice.
A morte de um policial militar é investigada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro após o corpo do agente ser encontrado em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O caso ocorreu na quarta-feira, 1º de abril, e mobilizou tanto a Polícia Militar quanto a perícia técnica.
De acordo com as informações divulgadas, o corpo foi localizado na Estrada Rio de Areia, no bairro Vila Santa Alice. A ocorrência está sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), que conduz a apuração para esclarecer as circunstâncias da morte.
As primeiras equipes a chegarem ao local foram do 15º Batalhão de Polícia Militar (Duque de Caxias). Os policiais tinham sido acionados para verificar uma ocorrência e, ao constatarem que a vítima era um colega de farda, isolaram a área até a chegada da perícia.
PM encontrado sem vida
A investigação está em fase inicial. A DHBF informou que agentes estão ouvindo testemunhas e realizando outras diligências para tentar reconstruir o que aconteceu. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre suspeitos, motivação, causa da morte ou se havia sinais de violência específicos no local.
A notícia também não informa a identidade do policial militar, sua idade, tempo de serviço ou a unidade em que estava lotado. Da mesma forma, não há detalhes sobre o contexto em que o corpo foi encontrado, se o agente estava de serviço ou de folga, nem se houve apreensão de qualquer material que possa ajudar na investigação.
O caso reforça a atenção das autoridades para ocorrências envolvendo agentes de segurança pública na Baixada Fluminense, especialmente em áreas onde a atuação policial frequentemente exige resposta rápida para preservação da cena e coleta de vestígios. Nesta etapa, a prioridade da investigação é reunir depoimentos, laudos técnicos e outros elementos que permitam à DHBF definir a dinâmica da ocorrência.
A presença do 15º BPM no primeiro atendimento e a atuação posterior da perícia indicam que o procedimento inicial de isolamento e preservação do local foi adotado para permitir o avanço das diligências. A partir disso, a linha investigativa dependerá do cruzamento entre testemunhos, exames periciais e demais informações levantadas pela Polícia Civil.
Fonte: Super Rádio Tupi
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