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Mecânico morto: preso confessa crime na Baixada

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Marlon Jefferson foi assassinado a tiros na Baixada Fluminense (Foto: Reprodução/TV Globo)
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Ricardo Pereira dos Santos, de 29 anos, foi preso suspeito de matar o mecânico Marlon Jefferson, de 37, durante uma discussão em uma oficina de Queimados, na Baixada Fluminense. A polícia apreendeu um revólver e munições que podem ter sido usados no crime.

Marlon Jefferson, de 37 anos, foi morto a tiros enquanto trabalhava em sua oficina em Queimados, na Baixada Fluminense. O suspeito do crime, Ricardo Pereira dos Santos, de 29 anos, foi preso por policiais militares do 24º BPM (Queimados) e agentes da 55ª DP. De acordo com os policiais, ele confessou o assassinato e afirmou que a discussão começou por causa de um problema no conserto do carro.

O crime aconteceu no dia 25, no bairro Jardim Alzira. Marlon trabalhava no reparo de um veículo em sua oficina, na Rua Boa Vista, em Vila Alzira, quando foi chamado por um homem para conversar. Testemunhas relataram que os dois começaram a discutir e, em seguida, o suspeito sacou uma arma e atirou no peito do mecânico.

Mesmo ferido, Marlon ainda tentou correr. Caiu no meio da rua com a chave de fenda que usava no trabalho em uma das mãos. Dono da oficina, ele foi descrito por amigos e parentes como um homem bem-humorado e trabalhador.

Mecânico morto em Queimados

A investigação está a cargo da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Com o suspeito, os agentes apreenderam um revólver e munições. A polícia trabalha com a hipótese de que a arma recolhida tenha sido a mesma usada no assassinato, embora a confirmação dependa do andamento da perícia.

A cunhada da vítima, Angélica Rezende, relatou a cena vivida por Marlon pouco antes da morte. “A pessoa sacou um revólver, ele correu, atravessou a rua e gritou: ‘estão querendo me matar’. Ele estava com a chave de fenda na mão, com o alicate, ele estava trabalhando, mexendo num carro”, disse.

A família afirma que desconhecia qualquer desavença envolvendo o mecânico. “Em momento nenhum ele falou de desavenças, de briga, de problema, a gente não sabe de nada, minha irmã não sabe de nada, não houve nada. Não houve um comentário de uma briga, um problema, nada”, afirmou Angélica.

Uma irmã de Marlon publicou nas redes sociais a mensagem: “Que dor. Tiraram você de nós.” O mecânico deixou esposa e uma filha de 9 anos. Segundo a família, a criança ainda não sabia que o pai havia sido assassinado. “Ela está desolada, tá perguntando pelo pai, falando o tempo todo ‘cadê meu pai, o que fizeram?’. Ela não sabe que ele foi assassinado”, contou a cunhada.

A prisão do suspeito dá um primeiro avanço ao caso, enquanto a DHBF aprofunda a apuração sobre a motivação e a confirmação pericial da arma apreendida.

Fonte: g1

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