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Choque de gestão atinge cargos-chave no Rio

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Governador em exercício do RJ, desembargador Ricardo Couto. (Foto: TJRJ/Divulgação)
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O governador em exercício do Rio, Ricardo Couto de Castro, exonerou nomes centrais do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e iniciou um choque de gestão para reduzir o papel do órgão. A medida busca limitar a estrutura à segurança do governador e devolver policiais às corporações de origem.

📍 O choque de gestão anunciado pelo governador em exercício Ricardo Couto de Castro atingiu cargos-chave do governo do Rio nesta terça-feira (31). As exonerações recaíram sobre integrantes do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), órgão instalado no Palácio Guanabara e que, durante a gestão de Cláudio Castro, ganhou influência sobre a política de segurança pública do estado.

🗓️ O STF deve definir em 8 de abril como será a eleição do próximo governador do Rio. Nesse cenário, Couto, que está no comando do Executivo estadual, decidiu promover mudanças em uma das áreas mais sensíveis da estrutura administrativa.

🏛️ De acordo com a matéria, o objetivo é reduzir as atribuições do GSI e restringir o órgão à sua função original: a segurança do governador. Hoje, porém, o gabinete vai além disso. Formado por policiais civis, militares e bombeiros, o setor coordena, por exemplo, os drones usados pelo governo estadual e a produção de dossiês de inteligência com análises de cenário para o chefe do Executivo.

🔎 O g1 apurou que a intenção de Ricardo Couto é retomar um modelo semelhante ao da antiga Casa Militar, que cuidava apenas da segurança do governador até o início deste século. A estrutura atual é tratada como inchada. Por isso, a ideia é fazer com que o maior número possível de agentes retorne às polícias Civil e Militar. Segundo a reportagem, hoje há cerca de 3 mil policiais fora das secretarias de Segurança e das corporações no governo do RJ.

Choque de gestão

👥 Entre os exonerados no Diário Oficial desta terça estão o delegado Edu Guimarães de Souza e os comissários Fernando Cezar Jorge Hakme e José Carlos Pereira Guimarães. A reportagem destaca que Hakme era o nome mais próximo do ex-governador Cláudio Castro na área de segurança e participava de reuniões estratégicas ao lado de nomes de confiança do então chefe do Palácio Guanabara, como Nicola Miccione e Rodrigo Abel.

📊 O texto também informa que Hakme estava lotado no Palácio Guanabara desde o governo Sérgio Cabral, o que reforça o peso político e institucional da mudança promovida por Couto. Ainda assim, a matéria não detalha quantos outros cargos serão cortados, qual será o desenho final do GSI nem quando a reestruturação será concluída.

⚖️ O governo em exercício decidiu desmontar parte da influência acumulada pelo GSI e rever o uso de policiais fora das estruturas formais de segurança pública, em uma mudança com impacto administrativo e político no Palácio Guanabara.

Fonte: g1

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