Explosões foram ouvidas na madrugada deste domingo (1º) em Teerã, em mais uma onda de ataques atribuída a Israel, com participação dos Estados Unidos, contra alvos ligados ao programa de mísseis balísticos e à defesa aérea do Irã. As Forças de Israel afirmaram que os bombardeios atingiram o “coração” da capital, ampliando o temor de escalada do conflito no Oriente Médio.
No mesmo contexto, veículos de comunicação iranianos anunciaram a morte da filha, do genro e da neta do líder supremo Ali Khamenei. A agência Fars escreveu que, após contato com “fontes bem informadas dentro da família” do aiatolá, teria sido confirmada a morte dos três familiares, informação que foi replicada por outros meios no país. A reportagem também relata que Khamenei teria morrido, segundo “fontes locais” e declaração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Os relatos do ataque foram acompanhados por sinais de atividade aérea e novas detonações: ao menos três explosões teriam ocorrido por volta das 4h no horário local, segundo a publicação, e um jornalista da AFP afirmou ter ouvido ruídos semelhantes aos de aviões sobrevoando a região. A agência estatal iraniana Mehr News também confirmou a ocorrência das explosões em seu canal no Telegram.
A tensão transbordou para outros pontos do Golfo: a matéria cita que uma base dos EUA no Bahrein foi atacada pela quinta vez desde sábado, quando Israel e Estados Unidos iniciaram uma onda coordenada de ofensivas tendo o Irã como alvo. Em meio à guerra de narrativas e à dificuldade de checagem independente em zonas de conflito, o cenário permanece volátil e com potencial de novos desdobramentos nas próximas horas.
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