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Preparação para a Copa Sul Americana de jiu-jitsu marca o retorno do Projeto Itaguaí Ação, Esporte e Inclusão

Projeto promove socialização e integração para as Pessoas com Deficiência (PcD)

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Alunos participam com muita alegria do projeto que une esporte e inclusão social (Foto: Italo Dornelles/Comunicação PMI)
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O brilho no olhar de Victória Henrique, 24 anos, ao entrar na quadra e reencontrar os amigos, entrega logo o quanto o Projeto Itaguaí Ação, Esporte e Inclusão é um instrumento de socialização e integração importante para as Pessoas com Deficiência (PcD).

As aulas de jiu-jitsu inclusivo, liderada pelo faixa-preta 5º grau André Seabra, são realizadas na quadra do Monte Serrat, sempre às sextas-feiras.

Professor André Seabra com aluna do projeto: inclusão, esporte e alegria (Foto: Italo Dornelles/Comunicação PMI)

O projeto é realizado há 3 anos e retornou do recesso nesta sexta-feira (24/01) já com uma preparação em vista: A Copa Sul-Americana de Verão da SJJSAF (Sport Jiu Jitsu South American Federation), que acontecerá no próximo domingo, dia 26 de janeiro.

A competição será na Arena Coronel Wenceslau Malta, também conhecida como Arena da Juventude, em Deodoro, e 8 atletas do projeto Itaguaí Ação, Esporte e Inclusão estarão presentes representando o município de Itaguaí.

Mantido pela Prefeitura de Itaguaí, por meio da Secretaria Municipal de Turismo e Esporte, o projeto conta com 33 alunos matriculados. Com idades que variam entre 7 e 40 anos, são meninos e meninas, todos com alguma deficiência, que encontram através da prática do jiu-jitsu benefícios cognitivos e motores, além de promover a integração, interação, socialização e, principalmente, a inclusão.

O professor André Seabra destacou que a prática do jiu-jitsu contribui para que os alunos adquiram disciplina, autoconfiança, autoestima e autonomia.

“O projeto é a realização de um sonho. Tenho um irmão com deficiência e desde novo ajudo ele. Acho que este trabalho é um propósito de Deus para minha vida. Para amar, servir e transformar a vida através do jiu-jitsu adaptado,” analisou o professor André Seabra.

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